Relatório Mundial da Felicidade 2019

Relatório Mundial da Felicidade 2019: o brasileiro está menos feliz?

Os resultados do estudo mostram que a felicidade perdeu posições entre os brasileiros. Entenda como é possível medir esse tema e conheça as nações mais felizes do mundo.

Quer dizer que existe um mecanismo que mede esse sentimento nas pessoas do planeta? Sim! Esse é o papel do World Happiness Report (WHR), o Relatório Mundial da Felicidade, que divulgou recentemente os balanços sobre o tema.

Com base nesses estudos, é possível identificar quais são as populações mais felizes e, principalmente, conseguir estabelecer uma média histórica, um comparativo com a primeira edição da pesquisa – realizada no ano de 2012.

E acredite: as conclusões mostraram queda nos índices referentes à felicidade dos brasileiros, como poderemos conferir mais abaixo.

Como é feito o Relatório Mundial da Felicidade?

O WHR é uma pesquisa que avalia o estado global da felicidade, desenvolvida pelo Instituto Gallup e publicada pela Rede de Soluções para o Desenvolvimento, da Organização das Nações Unidas (ONU).

É realizada a cada quatro anos, em 156 países, e tem por objetivo direto o de estipular um ranking sobre o quão felizes esses cidadãos afirmam estar.

A pesquisa mais recente teve como foco os conceitos de felicidade e comunidade, ou seja, como esse sentimento se aplica nos grupos de pessoas, com base no relacionamento, tecnologias, normas sociais, conflitos e políticas.

Tecnicamente, a pesquisa constrói o relatório com base no que a organização classifica como “variedade de medidas de bem-estar”. Para chegar a esses índices, são avaliados fatores econômicos e sociais, entre eles:

  • PIB per capita;
  • Apoio social;
  • Vida saudável;
  • Expectativa de vida;
  • Liberdade;
  • Generosidade e ausência de corrupção;
  • A importância da ética;
  • Implicações políticas.

Brasil caiu no ranking de felicidade

Com a divulgação do último relatório, é possível notar que o Brasil caiu 16 posições no Relatório Mundial da Felicidade.

No comparativo com o estudo feito em 2015, o país desceu da posição nº 16 para a de nº 32. Lembrando que o ranking total acumula 156 nações.

Na pontuação, a nota brasileira foi de 6.300 pontos – em 2014, quando o país registrou o seu menor índice histórico, atingiu 6.849 pontos.

Quais são os países mais felizes do mundo?

Segundo o ranking divulgado pela WHR, referente ao período entre 2015–2019, os primeiros colocados são:

  1. – Finlândia – 7.769 pontos
  2. – Dinamarca – 7.600 pontos
  3. – Noruega – 7.554 pontos
  4. – Islândia – 7.494 pontos
  5. – Holanda – 7.488 pontos
  6. – Suíça – 7.343 pontos

 

Na outra ponta do relatório, entre as dez últimas colocações, sete delas são de países africanos e outras três de países árabes, localizados na Ásia Ocidental. O último lugar é do Sudão do Sul. A nota obtida foi de 2.853.

A queda no ranking, entretanto, não foi uma exclusividade dos brasileiros. Os argentinos também perderam 16 posições – hoje estão na de nº 47; a Colômbia perdeu dez posições e hoje está na de nº 43.

A conclusão geral apontada pelo relatório é a de que a infelicidade aumentou em todo o mundo. Esse movimento é impulsionado pela desconfiança em líderes políticos e pelo uso intenso das redes sociais.

Afinal: Como ser mais feliz?

Os índices de países que pioraram de posição mostram cenários de pessoas ansiosas e descontentes com a estrutura da sociedade onde vivem.

Trabalhar esses sentimentos de forma individualizada, significa ter mais tempo para si mesmo e procurar se acalmar, objetivando a tão desejada paz interior.

Um caminho para atingir esses ideais é a Meditação.

Ao meditar, o ser humano beneficia diversos valores como consciência, atenção, aprendizado e memória. São ações que afastam a negatividade do seu organismo e, se repetidas constantemente, otimizam o conceito de felicidade, melhorando seus níveis.

Sobre esse mesmo assunto, a Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, estudou por doze anos o cérebro de um homem, que foi eleito “o ser humano mais feliz do mundo”.

Quem é essa pessoa? Um monge budista, o francês Matthieu Ricard, hoje com 72 anos. À época, ele já somava mais de dez mil horas de meditação.

No entanto, a pesquisa tomou esses parâmetros para concluir que não é preciso ter uma imersão tão intensa para obter bons resultados – as reações cerebrais e os níveis de felicidade já aumentam consideravelmente com 20 minutos diários de meditação.

Que tal experimentar esse novo estilo de vida?

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